O designer industrial pode atuar em duas áreas bem distintas: a de criação de objetos e a de design gráfico, ou programação visual. No primeiro caso, estuda a função de peças tridimensionais, seu uso, sua facilidade de manipulação e praticidade. Pesquisa novos materiais e tecnologias de fabricação, procurando diminuir os custos de produção.

Pode projetar móveis, eletrodomésticos, acessórios, máquinas ou equipamentos industriais. Em design gráfico, concebe marcas, logotipos, embalagens, sistemas de sinalização e faz projetos gráficos de livros, revistas, jornais, folhetos e sites para a internet. Aqui, a preocupação principal é com a forma mais eficaz de passar uma informação ou uma ideia.

O currículo básico mistura aulas de desenho, fotografia, artes e teoria da comunicação com física, matemática e estatística. Nos anos seguintes, o aluno escolhe uma habilitação. Se optar por projeto de produto, passa a ter aulas práticas, em que aprofundará conhecimentos em ergonomia (adequação de objetos a seu uso), confecção de modelos e uso de materiais, como plástico, argila e madeira.

Se resolver seguir design gráfico, aprenderá na prática processos gráficos, ilustração, tipografia, animação e editoração gráfica. Para a formatura, são exigidos um projeto e uma monografia. Algumas escolas oferecem a graduação em habilitações específicas, como joalheria.

Duração média: quatro anos.